Andando pela rua Carlos de Carvalho, região central de Curitiba, uma visão me alegra: "Pão e Prosa". Era tudo que eu queria.
- Um café e um pão de queijo, por favor.
Insuficiente pra matar a fome e espantar o sono. Mas, agora, outra fome me acomete. A fome de escrita. Preciso prender esses pensamentos antes que eles se esvaiam.
Nesta mesma rua, há o que eu considero um dos prédios mais imponentes da cidade. O Curitiba Business Center. A entrada cheia de vidraças, sobre a qual se ergue uma torre de janelas espelhadas. No alto, um relógio que pode ser avistado de longe e serve de referência.
Ao lado do prédio que é exemplo de sofisticação e modernidade, sobrevive uma outra construção rosada com detalhes em branco. O estilo arqutetônico denuncia que o prédio faz parte de outro período da história curitibana, bem mais longínquo.
Os muros tomados por pixações. O interior aparentemente abandonado. A propaganda da empresa de monitoramento pendurada na janela deixa clara a preocupação com a insegurança. Ali, hoje funciona um estacionamento.
Em Curitiba, esses contrastes entre o moderno e o antigo são comuns. Uma cidade que cresceu e se modernizou, mas que ainda procura preservar aquele ar dos anos 30. Apesar dos esforços, com o progresso econômico e empresarial, a história vai ficando submersa. Ou passa despercebida.
Aos transeuntes da Carlos de Carvalho, é difícil supor que aquele prédio no número 369 abrigou um "moderno centro cultural" criado pela Sociedade União Juventus. Até quando durou e porque se acabou eu ainda terei que descobrir. Mas aí, já é outro capítulo...
Centro cultural ou prédio abandonado?
Marcadores: Curitiba , Juventus , Rua Carlos de Carvalho
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Centro cultural ou prédio abandonado? |
Andando pela rua Carlos de Carvalho, região central de Curitiba, uma visão me alegra: "Pão e Prosa". Era tudo que eu queria.
- Um café e um pão de queijo, por favor.
Insuficiente pra matar a fome e espantar o sono. Mas, agora, outra fome me acomete. A fome de escrita. Preciso prender esses pensamentos antes que eles se esvaiam.
Nesta mesma rua, há o que eu considero um dos prédios mais imponentes da cidade. O Curitiba Business Center. A entrada cheia de vidraças, sobre a qual se ergue uma torre de janelas espelhadas. No alto, um relógio que pode ser avistado de longe e serve de referência.
Ao lado do prédio que é exemplo de sofisticação e modernidade, sobrevive uma outra construção rosada com detalhes em branco. O estilo arqutetônico denuncia que o prédio faz parte de outro período da história curitibana, bem mais longínquo.
Os muros tomados por pixações. O interior aparentemente abandonado. A propaganda da empresa de monitoramento pendurada na janela deixa clara a preocupação com a insegurança. Ali, hoje funciona um estacionamento.
Em Curitiba, esses contrastes entre o moderno e o antigo são comuns. Uma cidade que cresceu e se modernizou, mas que ainda procura preservar aquele ar dos anos 30. Apesar dos esforços, com o progresso econômico e empresarial, a história vai ficando submersa. Ou passa despercebida.
Aos transeuntes da Carlos de Carvalho, é difícil supor que aquele prédio no número 369 abrigou um "moderno centro cultural" criado pela Sociedade União Juventus. Até quando durou e porque se acabou eu ainda terei que descobrir. Mas aí, já é outro capítulo...
